segunda-feira, 25 de maio de 2009

Um Dia






A praça, meu cigarro.
Penso que as horas me enganam
Não sou como antes
Virei um nada do cotidiano

Não tenho sonhos
Não tenho nome
Me chamam de fedorento
O futuro? Deixei por ai

Os pombos são meus amigos
As pessoas estão apressadas
Jogam moedas
Mas isso não resolve minha vida

Se me vires por ai
Só diga como estou
Então ganharei um dia
Pois os outros não tenho mais

9 comentários:

Monica disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Meire disse...

Tinha postado com o nome da minha irmã...rs pq fica gravado no computador, né...rsrs enfim...

Essa imagem é muito boa, meo!!

E como o Sr. tem passado?
beijos

andrea disse...

Me encanta como escribis.

Luciana P. Limeira disse...

Lindo seu blog!!
Belíssimos textos e imagens!!
Parabéns!

Geraldo Samuel disse...

Parabéns pelo blog, e pela beleza como escreves...
:D

Tatiana F. disse...

Se importa se eu parar, sentar ao seu lado... E talvez conversar!?

Gostei muito do seu texto, toca fundo, em quem pode sentir.
abraços

Wanessa Lins disse...

Caramba, imagem show, o texto também! Parabéns pelo blog!

;***


Beijos

Tatiana F. disse...

O ruim é quando a gente perde os sonhos... Eles se desmancham como água, e escorrem feito sangue... desvariam-se em dor... E nada mais.

O senhor sabe me dizer como é que se reconstruem os sonhos, ou ainda como crio novos sonhos?
obrigada pela visita, obrigada pelas palavras. Não me interprete mal, é que ninguém consegue responder essa pergunta a mim.

Tatiana F. disse...

Nem todos ficam contentes quando estão acordados.

Obrigada pela resposta, foi única e ótima.