sábado, 27 de dezembro de 2008

A prolixidade no amor, ou na ausência dele

Fugimos do amor como fugimos de nos mesmos , em suma, vivemos encobertos por mascaras , fantasias, gestos frivolos , palavras que nos labios ,pela exaustao, secam-se entra as bocas dos transeunte que passa das mais variadas classas credos percorre entre as fases e se espalham se perpetuam entre as especies um trato nao uma conspiraçao que inciste em vigoram por entre as entranhas de todos que possum algum tipo de sentimento, mesmo que este esteja disfarçado por uma certa ironia e bate os pulsos bate relogio os ponteiros fazem e refazem um baque por entre as pessoas que andam ,comem, compram, trocam olhares, promessas, em outdoors.....ce l'avie

5 comentários:

Lucas Sepúlveda disse...

Nem me fale de amor. Estou cansando dele.



http://quartodealuguel.blogspot.com/

Cris de Souza disse...

amor é algazarra orgânica.
(obrigada pela visita, não se demore a voltar)

Fim de verão disse...

Ahh, obrigado ^^

"Fugimos do amor como fugimos de nos mesmos , em suma, vivemos encobertos por mascaras , fantasias, gestos frivolos "

Gostei disso, muito bom.

Gabriela Domiciano disse...

ótimo texto!!!

me identifiquei mt com ele, especialmente hoje!!
=(

obrigada pela visita no blog e por indicá-lo no seu!!!!

bjos

Rodrigo Yoshizumi disse...

é... acho que o problema disso é a autenticidade...

sem máscaras, nossa vida poderia ser mais fácil, não?! hahah!

feliz ano novo!