segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cartografia

Quando ela sorriu
A brisa de sempre soprou
Nos seus cabelos me cobriu
E a minha camisa ela jogou
As cores mais quentes nunca sentidas
Sentida, te descabelei

E eu que era segunda
Virei uma quinta de Setembro
Em cada mordida, um segredo
Em cada riso, um verso
Te descobrindo
No seu dia a dia
Desbravando

Você se foi
E eu fui junto
Nos caminhos nos perdemos
Nas trilhas da infinita perdição
Só assim te conhecendo
nas ondas dos teus cabelos
As bandeiras de Setembro

3 comentários:

Rafa disse...

Realmente lindo o poema, belo blog amigo...

http://cemiteriodaspalavrasperdidas.blogspot.com/

Marlos Araújo disse...

Muito bom!

Parabéns!

http://www.aldeiacult.blogspot.com/

mônica disse...

realmente e muito bom continue asim q vc vai lonje...........